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  • Simas Consultoria

Inteligência Relacional: a nova regra do jogo.

O individualismo morreu, isso é coisa do passado! E quem não conseguir trabalhar em grupo está fora!


Junto da “Inteligência Emocional”, estamos trilhando a era da “Inteligência Relacional”, onde a alta capacidade de relacionamento e o espírito colaborativo são fundamentais.

Mas o que é a “Inteligência Relacional”? É a capacidade de alguém se relacionar com os demais indivíduos com a intenção de mobilizar pessoas e recursos em prol de um objetivo comum.


Este termo foi criado por Erica Dhawan e Saj-Nicole Joni, especialistas em liderança e carreira, que escreveram o livro Get Big Things Done: the Power of Connectional Intelligence (“Faça Grandes Coisas: o Poder da Inteligência Relacional”, em tradução livre, ainda sem edição no Brasil). Mas você pode comprar pelo site da Amazon (clique aqui e vá direto ao site).


Vivemos em uma época cada vez mais colaborativa! Formando times internos, por muitas vezes multidisciplinares, em busca de um objetivo comum. A Revista Harvard Business Review recentemente escreveu um artigo com o título “Como erguer uma empresa colaborativa” (clique aqui e leia na íntegra). Um trecho chama muito a atenção, que segue abaixo:


“... um número crescente de organizações está colhendo os frutos desse modelo de comunidades colaborativas no ambiente de trabalho, tais como a IBM, Citibank e Nasa.”

Ou seja, se mega empresas como estas adotam o preceito da colaboração, com certeza é um caminho que tende a crescer cada vez mais. Neste cenário, o relacionamento correto é pressuposto básico para as coisas acontecerem de uma maneira consistente.

Para se desenvolver nesta competência, a comunicação é a primeira questão a merecer uma atenção maior, uma vez que todos os relacionamentos se iniciam com ela. Neste quesito, a preocupação deve ser com a comunicação verbal e também com a não verbal, uma vez que a postura conta muito nos ambientes de trabalho. Desta forma, buscar padrões de relacionamento que respeitem o espaço do próximo, gerando conversas produtivas, é fundamental.


De uma forma cada vez mais evidente, a “Inteligência Relacional” precisa ser utilizada em sua plenitude, sendo as duas ações abaixo fundamentais neste processo:


Contribuição para gerar confiança: As PESSOAS precisam contribuir umas com as outras, é isso que irá gerar a confiança necessária nos processos colaborativos.


Infraestruturas onde a colaboração seja valorizada e recompensada: As EMPRESAS tem que reconhecer que integrar é melhor do que espalhar. Não é que cada um vai largar a sua função, mas sim que grupos pensando soluções tendem a render mais.


E como estes cenários anteriormente relatados terão êxito sem uma “Inteligência Relacional” dos colaboradores envolvidos? Uma coisa inevitavelmente leva à outra, caminham juntas e seguem em frente de forma a gerar resultados superiores.


Devemos utilizar este conceito para engajar colegas, formar times multidisciplinares e criarmos projetos em parceria. Porém, neste modelo, os indivíduos abaixo precisam estar ainda mais atentos:


As pessoas difíceis: Estes estão com os dias contatos. Ninguém aguenta mais lidar com gente que não respeita e não sabe trabalhar em grupo. É aquele conhecido “se não me atrapalhar já ajuda”.


Os líderes: Toda escada se limpa de cima para baixo! Ou seja, o líder é o exemplo, tem que vir dele o espírito colaborativo e ter a maior “Inteligência Relacional” de todos.

Somado à isso, há quatro “Regras de Ouro” da Inteligência Relacional, que são:


1 Ser um bom ouvinte.

2 Saber se relacionar.

3 Compreender que você é um “elo”.

4 Estar disposto a trabalhar em time.


A “Inteligência Relacional” abre um “leque” de possibilidades, pois diversos indivíduos podem ser mobilizados a trabalhar de forma colaborativa, com a intenção de encontrar soluções. Porém todos devem perceber um propósito nisto e compreender que, através do seu esforço (uma vez que é um “elo”), o coletivo será beneficiado.


Este é um conceito que irá perdurar nas relações humanas dos ambientes de trabalho, em um mercado em constantes mudanças. Para fortalecer a ideia da “Inteligência Relacional” e colaboração, uso uma frase de Ray Kroc, ex-CEO do McDonald’s:


“Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”


Inteligência Relacional, use sem moderação!

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